sábado, 4 de maio de 2013

Vice-prefeito da cidade de Quiseramobim afastado afirma que houve excesso de falhas do Ministério Público

Cirilo e Tarso Borges

O vice-prefeito de Quixeramobim, Tarso Borges (PMDB), que foi afastado durante investigações, apontou, nesta sexta-feira (3), os excessos que o promotor Igor Pinheiro estava realizando. O funcionário do Ministério Público informou, nesta terça-feira (30), o que seriam provas de fraudes em licitações. 

De acordo com Tarso Borges, a denúncia realizada, após ser constatada a falta de todas as assinaturas na licitação, não quer dizer que seja um erro do documento. Ele afirma que “não deu tempo de reunir todas as assinaturas”, mas “bastavam cinco pessoas assinarem para tornar legal a homologação”.

Tarso Borges rebate que tenha existido fraudes, pois os pagamentos ainda não foram realizados.

O promotor André Clark rebateu a declaração de Tarso Borges e informou que tem conhecimento que existem falhas formais e algumas delas consideradas graves.

“A desorganização era recorrente e proposital”, declarou André Clark.

O vice-prefeito afastado destacou também a suposta falha do MP, que utilizou um bate-papo via Internet, pensando que estava conversando com Tarso Borges e na verdade era um cidadão identificado como Paulo de Tarso.

André Clarck preferiu não se pronunciar a respeito desta declaração, pois assumiu a promotoria, nesta quinta-feira (2).

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