sábado, 27 de julho de 2013

Secretaria de Saúde do Município de Iguatu já disponibiliza o "teste da orelhinha"

O teste é indolor e não causa incômodo para o bebê
O Hospital Regional de Iguatu já está realizando o conhecido Teste da Orelhinha. Esse exame é feito por meio de uma triagem auditiva neonatal (TAN) onde a partir da avaliação é possível detectar precocemente qualquer alteração auditiva na criança. Desde que foi implantado, vários bebês já foram submetidos à avaliação em Iguatu. De acordo com o secretário de Políticas Públicas de Saúde do Município, Dr. Joab Soares de Lima, é um procedimento simples e rápido, indolor trazendo uma análise do resultado de forma imediata. Segundo, a fonoaudióloga, Dra. Fulana de Tal, “o teste é simples e rápido, leva de 5 a 10 minutos e geralmente a gente faz com o bebê dormindo”, explica a Dra. Nirley Moreira.  

De acordo com a fonoaudióloga, Dra. Nirley Moreira, o exame é feito utilizando uma sonda que é colocada no conduto auditivo externo (ouvido externo). A partir dai se emite um som de baixo volume onde o equipamento registra a resposta gerada nas células ciliadas externas do ouvido interno. E quanto mais cedo for feito o teste, maiores são as chances de reverter a situação ou iniciar o tratamento precocemente. O ideal é que o teste seja feito ainda no primeiro mês de vida, disse a Dra. Nirley.

A Lei Nº 12.303, de 2 de agosto de 2010, sancionada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, torna obrigatória e gratuita a realização do exame chamado Emissões Otoacústicas Evocadas, mais conhecido como Teste da Orelhinha. Ele faz o diagnóstico precoce de perda auditiva, uma vez que sua incidência é de um a dois por mil nascidos vivos.

A lei foi um grande passo para a prevenção de problemas na criança, pois, pelo teste, é possível detectar milhares de possíveis doenças. "A deficiência auditiva é uma patologia muito comum entre os recém-nascidos, sendo encontrados de um a três casos de surdez a cada mil nascimentos", afirma o secretário de Políticas Públicas para a Saúde, Dr. Joab Soares de Lima.

Esse número aumenta para até seis casos a cada mil nascimentos se o bebê tem algum fator de risco para surdez, como casos de deficiência auditiva na família, intervenção em UTI por mais de 48 horas, infecção congênita (rubéola, sífilis, toxoplasmose, citomegalovirus e herpes), anormalidades craniofaciais (má formação de pavilhão auricular, fissura lábio palatina), fez uso de medicamentos ototóxicos, entre outros.

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