sábado, 21 de setembro de 2013

Prefeito de Iguatu Aderilo e deputado federal Anibal Gomes visitam uma promissora área de plantio de algodão no sítio Baú


Proprietários recebem autoridades na área de produção
Em visita a Iguatu, no último sábado, o deputado federal Anibal Gomes esteve acompanhando o prefeito de Iguatu, Aderilo Alcântara e o vereador João Lázaro, na região do Sítio Baú, para conhecer de perto, o cultivo de uma cultura que já foi motivo de orgulho para agricultores do município. O plantio de algodão, que pertence ao empresário José Werton e seu irmão Neto, hoje serve de modelo para muitos produtores do interior do Ceará. Utilizando uma extensa área de terra com solo apropriado para esse tipo de cultura, o plantio, os tratos culturais e a colheita estão sendo feitas de forma mecanizada com a utilização de equipamentos de grande porte para dar condição de produtividade no empreendimento. 

A área de plantio fica na região de acesso ao distrito de Baú onde gera emprego e renda para as pessoas daquela região, mesmo com o uso de mecanização agrícola. Werton sinaliza que iniciou o plantio ainda no começo do ano e mesmo tendo uma perca significativa no primeiro plantio, não desistiu do projeto e hoje já começa a colher frutos dessa empreitada e o que se ver na área é uma paisagem tipicamente iguatuense que há muitos anos não se via: a pluma branca do chamado "ouro branco" dar a cor alva do nosso algodão, formando assim, uma espécie de tapete natural pelas plumas que se abrem e formam a beleza que o plantio do algodoeiro proporciona. 
No campo a colheita promete uma boa safra 

A expectativa, segundo ele é de uma boa produtividade. De acordo com José Werton, está sendo esperada uma produção de 120 arrobas por hectares, numa área de mais de 400 hectares.   

O prefeito Aderilo Alcântara que esteve visitando a área plantada juntamente com o deputado federal Aníbal Gomes, ficou maravilhado com a estrutura do plantio onde ele lembrou na época em que seu pai Aderilo Alcântara era produtor de algodão, “período de grande riqueza em nosso município, quando ainda não tínhamos mecanização, apenas o trator que ajudava na preparação das terras. Era uma época que gerava muitos empregos e renda para o trabalhador no campo. Esse plantio localizado aqui no Baú serve de exemplo para muitos produtores que podem até sonhar com a volta do nosso algodão”, frisou Aderilo. 
Aníbal Gomes ficou admirado com a área plantada e disse que uma cultura que já foi motivadora de riquezas em Iguatu poderia voltar a ser um grande produtor através do incentivo e do sucesso de uma produção como essa. 

A colheita é feita de forma mecanizada  
O maior problema para a cultura do algodoeiro aconteceu nos anos 80 quando a incidência de uma praga que praticamente inviabilizou o plantio, conhecido por bicudo foi o grande responsável pela decaída da produção de algodão. O bicudo-do-algodão está associado à fase reprodutiva do algodoeiro e nos últimos anos, esse inseto tem sido o principal responsável por expressivas perdas registradas na produção e qualidade do algodão no país. A cultura fica suscetível ao ataque da praga a partir do aparecimento do primeiro botão floral até o primeiro capulho. Mesmo assim, os produtores estão conseguindo conviver com essa praga a partir do uso de inseticidas que amenizam o ataque desse inseto.   

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