quinta-feira, 11 de junho de 2015

Reitor do IFCE afirma que não haverá cortes nas unidades

O reitor Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), Virgílio Augusto Sales Araripe, afirmou que não haverá cortes no custeio para o IFCE. O anúncio da redução da verba, feito na última terça, 9, causou apreensão dos servidores e professores da instituição. Caso fosse concretizado a interrupção do financiamento, as unidades sofreriam uma perda de 40% do envio de verbas federais. Mesmo tendo garantia do investimento, 14 das 26 unidades do Instituto no Ceará já aprovaram o indicativo de greve. No próximo dia 19 haverá uma reunião na unidade de Fortaleza para votação da paralisação.

Mesmo com a garantia do financiamento sem cortes, a greve não foi descartada pelo Sindicato dos Servidores do IFCE (SINDSIFCE), que representa também os professores da instituição. “O aumento que foi dado pela greve de 2012 não supriu nem a inflação. Mas outros motivos levam à greve, como a retirada da flexibilização da jornada dos servidores técnico administrativos - que passariam a trabalhar 30 horas ao invés das 40h após a apresentação de um curso; a ascensão do salário após uma capacitação dos servidores”, avisou o professor Josias Valentim, integrante da diretoria colegiada do SINDSIFCE.  

O reitor garantiu que, na reunião com o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal (Conif), apresentou a situação do IFCE para sensibilizar a manutenção da verba. “Nessa reunião, nos garantiram que não teremos cortes nos nossos custeios. Todos os valores estão garantidos, isso é um alívio para nós. Com todas as garantias de funcionamento, as atividades estarão normais. Tudo como já estava planejado”, informou o reitor.

Além dos servidores da reitoria do IFCE, em Fortaleza, os campi de Acaraú, Camocim, Canindé, Iguatu, Juazeiro do Norte, Limoeiro do Norte, Maracanaú, Sobral, Tabuleiro do Norte, Tianguá e Ubajara também aprovaram o indicativo de greve. Em Limoeiro e Tabuleiro, a aprovação aconteceu em assembleias nesta terça, 9, por unanimidade. Em Quixadá, foi aprovado nesta quinta-feira, 11. Fonte: O Povo

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