terça-feira, 28 de julho de 2015

Belo gesto: Policiais acolhem família despejada que buscava ajuda

Família acolhida pela Polícia (Foto: Whatsapp)
Policiais Militares da Companhia de Água Branca e dos GPMS de Barro Duro e Miguel Leão descobriram domingo uma das maiores plantações de maconha em solo piauiense. Foram encontrados cerca de 30 mil pés de maconha, distribuídos em seis roças numa propriedade no município de Miguel Leão, a cerca de 800 metros da rodovia BR 316 (Belém-Maceió) e localizada a 88 quilômetros de Teresina. 680 quilos da droga estavam prensados. 

Durante patrulhamento na madrugada desta terça-feira (28), quatro policiais do Ronda do Quarteirão do Eusébio, na Região Metropolitana de Fortaleza, foram surpreendidos por uma mulher e três crianças que vagavam às 2 horas da manhã, com sacolas e mochilas pela Rua Francisco Oliveira Almeida, na localidade do Coaçu.

A família havia sido despejada da sua residência durante a noite, por não ter quitado o aluguel da casa, e seguia a pé para o Conselho Tutelar, em busca de ajuda. Eles desejavam ir para o município de Quixadá, onde seriam recebidos por parentes.

A mulher, identificada como Eliane, e os filhos de 8, 5 e 3 anos de idade, foram acolhidos pelos policiais, identificados como Vágner, Rony, Sebastião e Pinheiro. Eles compraram lanches para todos e os levaram à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Eusébio, onde a família passou o resto da noite em segurança.

O Comandante da 1ª Cia. Do 15ª Batalhão da Policia Militar, Capitão Julião, informou que a orientação é que os agentes devem mesmo servir à população. Ele ainda afirma que, na UPA, a família pôde receber atendimento da assistência social do órgão, para ser direcionada ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas).

Em contato com o Conselho Tutelar do Eusébio, na tarde desta terça-feira (28), o órgão informou que a família não passou por lá nesta manhã, mas que o caso deve ter sido encaminhado ao Creas, que articularia o Conselho Tutelar de Quixadá, para então acionar a Prefeitura, a fim de possibilitar a ida da família para a cidade, onde poderiam ser acolhidos pelos parentes. Até a publicação desta matéria, o Tribuna do Ceará não conseguiu contato com o Creas.

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