terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Beija-Flor e Mocidade são destaques em desfile no Rio de Janeiro

Beija-Flor teve o dourado como cor de destaque em seu desfile
Terceira escola a entrar na avenida no primeiro dia de desfiles do Grupo Especial do Rio, no domingo (7), a Beija-Flor contou a história de Cândido José de Araújo Lima, o Marquês de Sapucaí, que dá nome a avenida de desfiles. A escola, campeã de 2015, enfrentou dificuldades. Pouco depois de o presidente Farid Abrahão David dizer que se sentia satisfeito com o carnaval que apresentado pela escola, um carro emperrou no local. Era possível ver fumaça. Alguns componentes que estavam na alegoria eram crianças, que foram retiradas rapidamente do carro. 

A escola resolveu investir em tecnologia e usou drones para captar imagens que serão analisadas na tentativa de aprimorar as apresentações. Laíla, diretor de carnaval da escola, disse que espera uma análise justa dos jurados. Ele aposta em um bicampeonato da escola. Piná, um dos destaques da Beija-Flor, preferiu ser mais cautelosa. “Acho que desfilamos bonito, mas vamos aguardar o resultado. Eu não gosto de cantar vitória antes. Vamos aguardar, na quarta-feira, os envelopes”, disse. 

Na bateria, a escola trouxe um grupo de 25 integrantes da Orquestra Maré do Amanhã, que ensina música a jovens da comunidade.  No fim do desfile, após a saída da bateria, o público dos setores populares da Apoteose brindou a escola com o grito de bicampeã.

Cláudia Leite foi destaque na Mocidade
A Mocidade Independente de Padre Miguel foi outra agremiação com dificuldades nas alegorias. O último carro emperrou na concentração e não conseguia fazer a virada da Avenida Presidente Vargas para a Marquês de Sapucaí. O jeito foi adiantar os integrantes da velha guarda, que seria a última ala da escola a passar pela passarela do samba. Quando já estavam entre o setor 1 e 3, a equipe técnica conseguiu fazer o carro rodar. O público vibrou com a solução do problema. Mais à frente, outro carro também ficou parado por alguns minutos na passarela do samba. O pessoal responsável por empurrar os carros conseguiu, com muita animação e dançando ao ritmo do samba enredo, destravar a alegoria.

O diretor de barracão, Marcelo Plácido, disse que as alegorias ficam cada vez maiores e mais pesadas e com isso a condução delas também fica mais difícil. “Nós utilizamos muito trabalho de Parintins, com maquinário, cabo de aço e às vezes acontece, emperra alguma coisa, não desce, mas não tem jeito. Foi o que aconteceu na concentração no carro 7”, explicou. 

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