segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Vaqueiros comemoram aprovação de lei da vaquejada no Ceará

Os eventos terão que seguir as regras determinadas em lei
Os organizadores de vaquejadas e também vaqueiros comemoram a aprovação da lei que disciplina e regulamenta essa atividade esportiva e cultural no Ceará. A publicação no Diário Oficial do Estado ocorreu na última quinta-feira (14). 

O presidente da Associação Cearense de Vaquejada (ACVAQ), Abelardo Ribeiro, considera a aprovação um avanço para a atividade e mais segurança para os animais.

A nova legislação estabelece diretrizes com o objetivo de resguardar o bem-estar dos animais envolvidos na vaquejada, assim como a proteção ambiental, sanitária e segurança geral do evento. Os vaqueiros devem obedecer às normas do Regulamento Geral de Vaquejada, orientadas pela Comissão Técnica Permanente de Bem-Estar Animal (CTBEA) e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

Segurança para animais e competidores
Dentre as regras estabelecidas na lei sancionada pelo governador Camilo Santana estão a obrigação de a pista permanecer isolado por cerca sem farpas, contendo placas de aviso e sinalização para informar sobre os locais apropriados para acomodação do público. Também é proibido qualquer tipo de material cortante na área da pega do boi.

Os bois não podem possuir ferimentos ou sangramentos. Os bois com chifres pontiagudos que ofereçam riscos aos competidores e cavalos, devem utilizar protetores e não podem correr mais de três vezes por competição. Não é permitida a utilização de objetos perfurantes no gado.

Os cavalos a serem montados pelos vaqueiros precisam estar com arreios que não causem ferimentos e  todos os animais devem ser transportados em veículos apropriados, com conforto e boa instalação e atendimento a todas as exigências sanitárias.

Quanto aos competidores, agora deverão usar capacete apropriado para o esporte equestre, calça comprida, botas e luvas. Eles não poderão portar chicotes e nem realizar freios bruscos e solavancos ásperos nas rédeas que possam vir a lesionar os cavalos. Com informações do Blog Diário Sertão Central

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